O Grupo Dangote lançou a produção de crude Dangote a partir dos seus ativos no Delta do Niger. Este passo aproxima a empresa da autossuficiência energética para a sua refinaria.
A Dangote iniciou a produção preliminar de petróleo no campo Kalaekule, ao abrigo da Concessão de Mineração Petrolífera 72. A produção atual situa-se nos 4.500 barris por dia. A empresa prevê atingir os 15.000 barris por dia em breve, à medida que as operações se estabilizam.
Devakumar Edwin, Vice-Presidente de petróleo e gás, confirmou que os testes já começaram. A produção em plena escala segue-se nas próximas semanas. A perfuração intensifica-se com uma sonda em funcionamento para suportar o crescimento.
A Dangote detém 85% do negócio upstream. A Nigerian National Petroleum Corporation detém o restante. As descobertas foram feitas pela primeira vez nos blocos em 1966 (verificado); o cronograma de produção de pico nos anos 90 não está verificado. A West African E&P, joint venture upstream da Dangote, adquiriu os ativos à Shell em 2015.
Olajumoke Ajayi lidera a joint venture West African E&P. Ela prevê aumentos rápidos na produção.
A medida responde a problemas de abastecimento da refinaria com a NNPC. Os conflitos anteriores centraram-se nos preços. As exigências em moeda estrangeira tornaram as importações mais baratas do que o crude local.
Esta afirmação requer verificação independente com fontes de dados comerciais atuais. A Dangote enfrentou escassez de abastecimento por parte do governo.
Os planos para produção própria datam do 4.º trimestre de 2024, após as disputas. A S&P Global assinalou o potencial de 40.000 barris por dia provenientes das Concessões 71 e 72.
Em abril de 2026, a NNPC anunciou que iria alocar sete cargas de crude à Refinaria Dangote em maio, em comparação com cinco cargas nos meses anteriores. A utilização da refinaria atingiu níveis elevados, impulsionando as exportações de gasolina da Nigéria.
A produção de crude da Dangote impulsiona a integração vertical. Reduz a dependência das importações e aumenta as margens no setor petrolífero da Nigéria. Os investidores beneficiam de maior resiliência em períodos de volatilidade. O crescimento futuro poderá garantir um abastecimento estável à refinaria e ganhos nas exportações.
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